CONSIGNAÇÃO IRS NIF: 509 310 354 | mbway: 912 617 482 |  Telefone:  912 275 506 | email: geral@novamente.pt | IBAN (BPI) PT50 0010 0000 4423 8960 0013 2

COMPARTILHA
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
Telegram
Email

Conheça todos os direitos e deveres que tem na Saúde

24 de Março, 2014

“Os deputados reuniram toda a legislação que existe sobre os direitos e deveres que os utentes têm nos serviços de saúde.

Quando precisar de uma consulta, um exame, ou uma cirurgia num estabelecimento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) pergunte qual será o tempo máximo de espera para lhe prestarem o cuidado de saúde de que necessita. Este é um direito previsto na lei.

A compilação, que está publicada no Diário da República de hoje, recupera, entre outros aspectos, as obrigações dos serviços em matéria de cumprimento dos tempos de espera.

“De forma a garantir o direito do utente à informação (…) os estabelecimentos do SNS e do sector convencionado são obrigados a: informar o utente no acto da marcação, mediante registo ou impresso próprio, sobre o tempo máximo de resposta garantido para a prestação dos cuidados de que necessita”, refere a lei.

Além disso, os serviços de saúde devem afixar em “locais de fácil acesso e consulta” a informação actualizada sobre os tempos máximos de resposta garantidos por patologia e por grupos de patologia para os diversos tipos de prestações.

A informação deve ainda estar disponível no sítio da internet no serviço e deve ser tratada num relatório a “publicar e divulgar até 31 de Março de cada ano”, podendo o mesmo ser auditado pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.

As obrigações de reporte de informação não ficam só ao nível dos serviços de saúde individualmente. A lei diz que, até 31 de Maio, o ministro da Saúde tem de apresentar à Assembleia da República um relatório sobre a “situação do acesso dos portugueses aos cuidados de saúde”, onde deve constar também a sua avaliação à aplicação da lei.

Estas regras decorrem da Carta de Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos Utentes do SNS, uma das peças legislativas que foi reunida na nova lei.

A lei do Parlamento hoje publicada refere que “ao proceder a esta consolidação do quadro de direitos e deveres do utente dos serviços de saúde, não se introduziram alterações de substância”.

A única excepção ali assinalada refere-se ao facto de a lei “alargar o exercício do direito de acompanhamento da mulher grávida a todos os estabelecimentos de saúde, sendo que actualmente apenas está previsto nos estabelecimentos públicos de saúde”.

Se quiser conhecer os seus direitos e deveres leia a lei aqui.”

Fonte: Diário Económico

VEJA TAMBÉM

Novamente em ação

Vera Bonvalot – “Capacete a quanto obrigas e quanto salvas”

20 de Outubro, 2026

O dano cerebral adquirido não é uma tragédia individual. É social e de toda a família, dos…

Ler mais...

Novamente em ação

Mesa redonda 206

13 de Outubro, 2026

Ontem, dia 12 de outubro, a Associação Novamente organizou uma Mesa Redonda na Fundação Calouste Gulbenkian, dedicada…

Ler mais...

Novamente em ação

Inscrições abertas para 35ª Sessão Conversadamente

1 de Setembro, 2026

O Conversadamente – Webinar com especialistas vai regressar com a sua 35ª Edição já na próxima segunda-feira,…

Ler mais...

Novamente em ação

Cascais em Rede para o Dano Cerebral – Cascais Inclui+ 2026

26 de Agosto, 2026

Em 2026, a Novamente conta com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, através do programa Cascais…

Ler mais...