“Porque, o grande desafio vem depois da alta hospitalar. Um percurso cheio de ruturas para doentes e cuidadores, sem um plano integrado, numa total ausência de protocolos uniformes que, por exemplo, permitam referenciar rapidamente os casos para se aproveitar a chamada “janela terapêutica” em que o cérebro mais aprende e reaprende. Depois, o problema das listas de espera, que fazem regredir eventuais conquistas duramente alcançadas.”
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